Copa Microsoft de Talentos: Community Launch Brasília


A Copa Microsoft de Talentos é uma onda de eventos que levará à comunidade técnica as novidades de Windows Server 2008 R2, Windows 7, Exchange 2010, Visual Studio 2010, Office 2010 e SQL Server 2008 R2. Por todo o Brasil, acontecerão três eventos principais:

- Community Launch
- Roadshow Microsoft
- Competição Copa Microsoft de Talentos

Acontece dia 20/03 próximo o Community Launch Brasília. Coordenado pelo BRASILDOTNET e movimentando toda a comunidade técnica de Brasília, o evento – que acontecerá simultâneamente em várias praças do país - entregará conteúdo técnico de alta qualidade e é também uma prévia do Roadshow Copa de Talentos Microsoft, que percorrerá todo o Brasil e passará por Brasília dia 06/04.

Copa Microsoft de Talentos
Community Launch 2010 – Brasília

Data: 20/03/2010
Local: SENAI – SIA Trecho 2 Lote 1130 (Em frente a “Só Reparos”)
8h – Credenciamento e welcome coffee
8h45 – Abertura do evento
9h – General Session via videoconferência Microsoft
10h – Windows Server 2008 R2 - Roberto Braga e Nelson Kolarik
10h45 – .NET Framework 4.0 - Rogério Moraes
11h30 – Windows 7 - Geyson Oliveira
12h15 – SQL Server 2008 R2 - Luciano Moreira
13h00 – Visual Studio 2010 - Bruno Kenj e Pablo Hadler
13h45 – Sorteio de brindes
14h00 - Encerramento

Divulguem, levem os amigos e aproveitem o conteúdo técnico de altíssimo nível do evento. Ainda hoje o link de inscrições e o endereço do hotsite estarão disponíveis neste post.

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Radius no Windows Server 2008

O protocolo Radius permite um interessante cenário. Com ele, podemos disponibilizar a base de usuários do Active Directory para aplicações (ou até mesmo hardwares) não compatíveis com autenticação LDAP. Ele permite, por exemplo, que façamos autenticação de uma rede sem fio com a base de usuários do AD. No Windows Server 2008/2008 R2 o IAS (antigo servidor Radius) foi englobado no Network Policy Server (NPS). Segue um passo a passo de uma configuração simples.

- Adicione a role “Network Policy and Access Services” via Server Manager;
Habilite os seguintes roles services na instalação
 Remote Access Service
 Routing

- Adicione um novo Radius Client no NPS
NPS > Radius Client And Services > Radius Clients > Add New Clients
Insira um nome, o endereço do cliente Radius (equipamento/software que vai fazer a autenticação)  e uma senha (Shared Secret) que deverá ser inserido nas configurações Radius do cliente.

- Adicione uma política
NPS (Local) -> Policies -> Right-click Network Policies -> Add new.
Inserir um nome e deixar Type of network access server em branco.
Adicione uma condição. É neste momento que se define o grupo em que os usuários que farão logon via Radius estão.
Marcar “Access Granted”.
Avançar até o fim. Não é necessário mais nenhuma configuração.

- Configure o Radius Client
Neste momento, passamos à configuração do cliente. No caso de um switch ou roteador, por exemplo, basta desabilitar a autenticação local e colocar o endereço do servidor Radius. Independente do cliente, será necessário informar a Shared Secret criada no NPS.

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Community Zone

Community ZoneDias 26/02 e 27/02 acontece em São Paulo – SP o Community Zone. Promovido por MSDN e Technet, o evento é um encontro dos influenciadores das comunidades técnicas Microsoft. Lá é discutido como os colaboradores podem se organizar melhor para ajudar os usuários de tecnologia. É também “o lugar” para rever amigos, fazer contatos e movimentar a comunidade.

O evento é fechado: o convite é condicionado à participação ativa em eventos técnicos, fóruns, webcast e blog. Tenho a honra de ser convidado pela terceira vez seguida. Bom saber que minhas pequenas contribuições em forma de artigos e palestras têm ajudado alguém por aí ;)

Para quem for, até lá. E para quem não for, aguardem muitas novidades aqui pelo blog.

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DNS: Deep Dive, parte 2

Na segunda parte do artigo sobre DNS, comentaremos sobre boas práticas na configuração dos servidores DNS.

Boas práticas para redirecionamentos DNS
Forwarders
Recomenda-se configurar pelo menos dois Forwarders em servidores DNS que “saiam” para a Internet, por motivos de redundância. Recomenda-se também elaborar um procedimento para checar regularmente se os Forwarders definidos estão respondendo e ativos.

Root Hints
Para servidores DNS que não saem diretamente para a Internet, é recomendável desligar Root Hints. O timeout padrão para uma query repassada aos Forwarders é de 5 segundos. Se não houver retorno nesse tempo, um Root Hint é consultado e a query é resolvida recursivamente. Desligar os Root Hints força o fluxo a passar pelos Forwarders. Se os Forwarders pararem de responder logo será percebido.

Round Robin vs. Netmask Ordering
Na especificação original do DNS, previu-se que para o caso em que existam vários IPs cadastrados para um mesmo hostname o servidor retornaria um dos IP’s aleatoriamente seguindo o algoritmo Round Robin. O uso do Round Robin fornece aleatoriamente uma das várias entradas de IP para determinado nome, a cada requisição.

Na verdade, todas as entradas são retornadas a cada requisição e o DNS Client trata a lista recebida. O que o algoritmo faz é ordenar os resultados aleatoriamente. Este cenário é muito interessante para balanceamento de carga, por exemplo. O Round Robin pode ser indesejável, entretando, num cenário em que os servidores estejam dispersos geograficamente e sejam interligados por links de longa distância.

Visando em especial atender a estes cenários foi incluído a partir do Windows 2000 a funcionalidade Netmask Ordering no DNS. O Netmask Ordering faz um cálculo (cálculo explicado aqui) para determinar a distância dos servidores DNS disponíveis ao DNS Client requisitante. Desta forma a lista de IPs devolvida é encabeçada pelo servidor provavelmente “mais próximo” (na mesma subrede ou em subrede próxima) ao solicitante. Este comportamento é extremamente desejado em cenários de branch office, por exemplo.

Netmask Ordering e Round Robin podem coexistir. Este cenário é, inclusive, a configuração padrão. Desta forma os registros estarão organizados tanto por subrede quanto balanceados por aleatoriedade. Caso algum dos dois comportamentos não seja desejado é possível desabilitá-los.

Habilitando Round Robin e Netmask Ordering

Limpeza de registros DNS
Registros em um servidor DNS podem ser estáticos ou dinâmicos. Registros estáticos são os criados manualmente, via console MMC/Server Manager, utilitário dnscmd ou provider Powershell. Registros dinâmicos são geralmente criados ao se receber um endereço via servidor DHCP, por exemplo.

Em cenários complexos, os registros dinâmicos geram uma grande carga administrativa. Em geral, há problemas tanto de vários hostnames apontando para um mesmo IP quanto o inverso, vários IPs apontando para o mesmo hostname. O primeiro sinal de que problemas desta ordem estão acontecendo é que serviços que se utilizam de resolução de nomes começam a falhar sem causa aparente.

Felizmente, há procedimentos que automatizam a limpeza de registros dinâmicos que não sejam mais válidos (e apenas destes!). Em especial, a limpeza destes registros é feita combinando-se duas funcionalidades. O Aging define para os registros uma data de criação e é também responsável por fazer o controle desses “timestamps”. O Scavenging promove um ciclo de limpeza de registros. Apenas registros datados (que sofreram Aging) serão contemplados por uma thread de Scavenging.

Para habilitar os procedimentos de limpeza, são necessárias ações em três níveis: no servidor DNS, na zona em que se deseja habilitar o procedimento e nos registros em si. No servidor, deve-se permitir que o Scavenging seja executado. Na configuração padrão, o Scavenging é executado a cada 7 dias. Para definir esta configuração devemos acessar o console MMC do DNS, Server Manager ou RSAT. Botão direito no servidor DNS > Properties > Aba “Advanced” > Habilitar a opção “Enable automatic scavenging of stale records”.

Habilitando Scavenging no servidor

O processo de Aging/Scavenging só atua sobre registros dinâmicos. Pode-se facilmente observar quais registros DNS são dinâmicos através do console de gerenciamento do DNS a partir do Windows Server 2008.

Timestamp dos registros DNS dinâmicos sendo exibido

Quanto à zona, deve-se certificar que a zona em que se deseja habilitar os procedimentos de manutenção automática seja primária. Deve-se ainda definir o Aging para a zona para garantir que seu registros criados sejam datados automaticamente. Para habilitar a opção de Aging, botão direito na zona > “Properties” > “Aging” > marcar “Scavenge stale resource records” e definir “No-refresh interval” e “Refresh interval”.

A definição dos intervalos “Refresh” e “No-refresh” é muito importante para o sucesso do procedimento de limpeza. O intervalo de “No-refresh” está relacionado com a manutenção constante do registro e define o período em que o registro permanece na base de dados do DNS sem renovar o timestamp. Outras alterações no registro são permitidas. O objetivo deste intervalo é diminuir tráfego de replicação por renovação de timestamp.

O valor “Refresh” refere-se ao período de tempo em que os timestamp dos registros pode ser renovado. Quando da atualização do timestamp registro, o período de “No-refresh” é novamente iniciado. Automaticamente é feita a replicação do registro para outros servidores para a zona. Se o registro não for atualizado pelo DNS Client durante o “Refresh Interval” o registro é considerado como marcado para deleção pelo Scavenging.

Definindo as propriedades de aging (por zona)

Definindo intervalos e verificando funcionamento
O processo de Scavenging é configurado, como dito anteriormente, no nível de servidor DNS. A cada ciclo, a thread de Scavenging verifica quais zonas são primárias para o servidor. Dentre as zonas primárias, o processo será executado apenas nas zonas com Aging habilitado. Nessas zonas, o procedimento vai verificar quais registros dinâmicos expiraram. Para um registro ser considerado expirado ele deve ter seu timestamp maior que a soma dos intervalos de “No-refresh” e “Refresh. Isto significa que o registro foi criado e não foi renovado pelo DNS Client que o criou e, provavelmente, refere-se a um computador que obteve um novo endereço IP via DHCP, por exemplo.

Como registros dinâmicos são em geral criados por concessões de endereço IP obtidas via DHCP, uma boa prática é definir os intervalos de Aging associados à duração do lease DHCP. Desta forma, a soma dos intervalos de “No-refresh” e “Refresh” deve ser menor que a duração do lease DHCP. Assim, a limpeza provavelmente ocorrerá logo antes da expiração do lease. Se o lease do servidor DHCP tiver duração de 8 dias, por exemplo, é razoável definir o “No-refresh” para 4 dias e “Refresh” para 3 dias (4+3 = 7, menor que 8).

Intervalos envolvidos na limpeza

Dois eventos descrevem o correto funcionamento dos processos de limpeza. O evento 2501 descreve que o processo de Scavenging ocorreu corretamente. O evento 2502 reporta que, apesar do Scavenging ter sido executado, provavelmente nenhuma zona estava configurada para remoção automática de registros.

Outra recomendação relevante é tomar alguns cuidados na implementação. O Scavenging deve ser definido em servidores de sites centrais. Isto evita deleções acidentais. Deve ainda se tomar cuidado com a duração dos intervalos, definindo-os com uma margem de segurança.

*Contribuiu Luis Roberto Tognini – Premium Field Engineer, Microsoft

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DNS: Deep Dive, parte 1

Nesta primeira de duas partes deste artigo revisaremos alguns conceitos dos servidores DNS. Ao fim desta primeira parte temos um vídeo que mostra como funciona uma consulta DNS comum.

Tipos de consultas DNS

Como sabemos, a função principal de um servidor DNS é prover tradução de endereços IP em nomes de fácil memorização. Desta forma ao invés de decorar o endereço IP de cada servidor da rede pode-se apenas memorizar um mnemônico que remeta ao serviço que oferecido pelo servidor. Para executar esta função o DNS tem uma arquitetura cliente-servidor. Os clientes DNS enviam aos servidores requisições de vários tipos, entre eles: 

- Host (A)
DNS Client envia um FQDN* na requisição e o servidor DNS retorna um endereço IP formato IPv4.

* FQDN: Fully-Qualified Domain Name, nome que descreve completamente um host na estrutura DNS. Por exemplo, se o nome do host é “desktop” e o domínio “robertobraga.net”, o FQDN será “desktop.robertobraga.net” 

- Host (AAAA)
DNS Client envia um FQDN na requisição e o servidor DNS retorna um endereço IP formato IPv6. Os registros do tipo AAAA tem suporte tanto no Windows 2000 Server, Windows Server 2003 e Windows Server 2008. O transporte DNS é possível, entretanto, apenas a partir do Windows Server 2003 e a funcionalidade não vem habilitada por padrão. A partir do Windows Server 2008 o suporte a IPv6 é nativo.

- Alias (CNAME)
Em uma requisição do tipo CNAME (Canonical Name), traduz-se um FQDN em outro FQDN. É utlizado para a criação de alias em servidores DNS.

- Pointer (PTR)
Registros do tipo Pointer (PTR) fazem consultas reversas no DNS. O DNS Client envia na requisição um endereço IPv4 ou IPv6 e recebe um FQDN como resposta.

- Service Location (SRV)
Em uma requisição deste tipo, o requisitante envia um serviço e respectivo protocolo e recebe como resposta uma Porta e um FQDN. É utlizado em protocolos recentes, como SIP e XMPP. É também utilizado no processo de descoberta de Domain Controllers em um domínio Active Directory. 

- Mail Exchanger (MX)
A requisição passa um FQDN de nome de domínio e recebe como resposta um FQDN de servidor de correio para aquele domínio.

Zonas em um servidor DNS
O DNS utiliza-se da estrutura em forma de zonas para executar suas funções. Uma zona armazena nomes para determinado domínio. Desta forma, um mesmo servidor DNS pode ter várias zonas, cada uma correspondendo a um domínio: contoso.com, microsoft.com, robertobraga.net, por exemplo. As entradas DNS – cada uma associada a um dos tipos – estão dentro de cada zona. Importante notar que as informações são armazenadas por zona (e não por servidor).

Replicação em servidores DNS
Quanto ao tipo, as zonas podem ser Zonas de Pesquisa Direta (Forward Lookup Zones), que traduzem nomes e serviços DNS ou Zonas de Pesquisa Inversas (Reverse Lookup Zones),  que traduzem IPs em nomes DNS. As zonas DNS são ainda definidas pelo tipo de replicação que estão submetidas. Quanto a este critério, uma zona pode ser Integrada ao AD, Primária (Master), Secundária (Slave) ou Stub.

O serviço DNS é tipicamente distribuído.  Desta forma, obtêm-se redundância através de bases de dados para resolução de nomes disponível em vários servidores. Esta disponibilidade é permitida pela funcionalidade de replicação do serviço.

A maneira tradicional (especificada originalmente na RFC 1035) em que a replicação acontece é na direção Master -> Slave. O banco de dados em formato texto (arquivo .dns) é armazenado em um servidor DNS primário, como cópia read/write. Os outros servidores – secundários – armazenam cópias deste arquivo (read-only).

Com o Active Directory implantado no Windows 2000 e seu intenso uso do serviço DNS, um novo tipo de zona foi implementado. As Zonas Integradas do Active Directory (ou apenas Zonas Integradas) tem algumas diferenças em comparação com zonas DNS tradicionais. Em especial, as zonas se tornam objetos do Active Directory e são replicadas junto com o restante do banco de dados do AD. Outra diferença essencial é que não existem cópias secundárias da zona. Todas as cópias passam a ser read/write. E essas cópias, por sua vez, podem estar apenas em servidores DNS que sejam também Domain Controllers (DCs).

Uma Zona Stub é uma cópia de uma zona que tem a função de apenas informar quais são os servidores DNS autoritativos para a zona. Geralmente é usada para interligar infraestruturas de DNS distintas.

Funcionamento das consultas DNS
Zonas Integradas, Primárias e Secundárias são autoritativas. Isto significa que caso um servidor DNS da zona receba uma query de um DNS Client ele saberá a responder sem ter que consultar outros servidores DNS – se a consulta for para uma zona que ele é autoritativo. Desta forma se o servidor srv-dc1 é autoritativo para a zona robertobraga.net ele saberá responder uma consulta tipo A para desktop.robertobraga.net com o IP correspondente.

Se a consulta for para uma zona em que o servidor DNS não seja autoritativo (www.brasildotnet.net, host www para o domínio brasildotnet.net, por exemplo) há algumas possibilidades para a resolução correta do nome acontecer. São elas:

  • Repassar a query a um forwarder, servidor DNS um nível acima;
  • Repassar a query a um root hint, que são os servidores DNS raiz;
  • Repassar a query a um servidor delegado para aquele namespace (caso possível apenas caso esteja sendo utilizado uma estrutura com sub-zonas)

O funcionamento de uma consulta DNS e repasse em um cenário de rede local com forwarders e com root hints desabilitados é mostrado no vídeo abaixo.

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Executando Windows Server 2008 R2 e Windows 7 no XenServer 5

Quem já tentou executar a instalação do Windows Server 2008 R2 e/ou do Windows 7 como sistemas operacionais hosts em um ambiente Citrix XenServer deve ter se deparado com o seguinte problema: a instalação trava na tela inicial (“Starting Windows”).

Este fato acontece devido a uma incompatibilidade entre o hypervisor da Citrix e o Hyper-V. O problema é resolvido com a execução do seguinte comando:

$ xe vm-param-set uuid=<vmuuid> platform:viridian=false

Para descobrir o vmuuid (identificador único de cada VM), executar no console do XenServer:

$ xe vm-list name-label=<Nome da VM>

Para preencher o nome da VM, digitar apenas os primeiros caracteres e pressionar Tab para autocompletar.

Após a instalação do sistema operacional é importante instalar o XenServer Tools para que tudo funcione a contento. Este problema foi resolvido a partir da versão 5.5 do XenServer.

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Windows Server para Concursos, parte 5

(REFAP – 2007) No DNS do Windows Server, o que significa IXFR?

a) Registros Netbios comuns a WINS e DNS.
b) Falha na integração com Active Directory.
c) Servidor autoritativo para um domínio.
d) Aguardando resposta do servidor raiz.
e) Transferência de zona incremental.

Em um serviço de resolução de nomes (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínios, ou apenas DNS) é possível dividir em zonas as informações a serem fornecidas pelos servidores. Uma zona armazena informações sobre um ou mais domínios (esses últimos denominados subdomínios). Os subdomínios criados em uma zona podem ser tanto administrados pelo próprio servidor DNS que criou a zona originalmente quanto delegados a um outro servidor. Além da delegação, a zona pode ser completamente replicada a um servidor secundário para fins de redundância e alta disponibilidade.

A partir do momento em que uma zona é criada em um servidor secundário para redundância (zona secundária) ela é automaticamente replicada com o servidor principal. Para coordenar esta sincronização os servidores mantém um número de versão para a zona. Caso a versão do servidor solicitante seja inferior à versão do servidor principal é iniciada uma transferência de zona. Nas primeiras implementações DNS esta replicação enviava informações completas da zona (transferência do tipo AXFR) . A partir da RFC 1995 foi proposto o IXFR (opção correta para a questão do concurso), transferência que envia apenas as mudanças para o servidor secundário, de maneira incremental. Os acrônimos AXFR e IXFR representam os opcodes das transferências.

O serviço DNS passou por revisões recentes e teve adicionado características interessantes visando aprimorar segurança e flexibilidade, dentre elas:

  • Serviço de notificação sobre mudanças em zonas, disponível a partir do Windows 2000;
  • DNSSEC,  extensões que mitigam ataques do tipo spoofing e man-in-the-middle que está disponível nativamente no Windows Server 2008 R2 e Windows 7 (mais informações no DNSSEC Deployment Guide). O DNSSEC ganhou popularidade por evitar a vulnerabilidade exposta na descoberta do famoso bug na especificação original do DNS em 2008 (em breve artigo sobre DNSSEC aqui!);
  • Suporte a IPv6, a partir do Windows Server 2008.

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Travamento de contas (Account Lockout) em um domínio Active Directory

Por vezes nos deparamos com situações em uma floresta Active Directory em que uma conta de usuário é sistematicamente bloqueada. Algumas razões prováveis são:

- um recurso compartilhado (um disco mapeado, por exemplo) tenta fazer o acesso com uma senha antiga após uma mudança de senha;
- uma tarefa agendada ou serviço é executado com uma senha antiga após uma mudança de senha;
- um vírus ou malware está tentando uma ataque de dicionário ou força bruta.

Caso contas estejam sendo travadas em seu AD, desconfie e investigue! Algumas linhas interessantes para a investigação:

1) Verifique na Default Domain Policy qual a política padrão para travamento de conta por tentativas sucessivas incorretas de senha. Para acessar as configurações da Default Domain Policy, Start > Administrative Tools > Default Domain Policy. Dentro da tela de edição de Default Domain Policy, verificar o seguinte nó:

Account Lockout
As três configurações desta política são:

Account lockout duration – quanto tempo (minutos) uma conta travada permanece travada (vai de 1 até 99.999 minutos);
Account lockout threshold – quanto logons falhos levará até uma conta ser travada (vai de 1 até 99.999 tentativas de logon);
Reset account lockout counter after – quantos minutos levará após uma tentativa falha de logon até que o contador de logons inválidos seja zerado.

Notar ainda os seguintes casos especiais:

- Account lockout duration = 0 significa que a conta permanecerá travada até que o administrador a desbloqueie;
- Account lockout threshold = 0 significa que as contas não serão nunca travadas por tentativas de logon incorretas.

Configurações incorretas de política podem ser a causa do problema e devem ser o primeiro foco de investigação.

2) Verifique o histórico de travamento da conta, visando identificar de onde partem as tentativas incorretas de acesso a recursos. A Microsoft fornece um pacote de ferramentas que ajuda nesta investigação. O pacote se chama Account Lockout Tools (http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=7af2e69c-91f3-4e63-8629-b999adde0b9e&displaylang=en)

3) Verfique os eventos em seus DCs. Muitas ocorrências do Evento 675 provavelmente indicam presença de vírus como o Conficker. É comum que esse tipo de ameaça tente se apropriar de contas do domínio para intensificar ataques. Garanta que as atualizações do Microsoft Update estão instaladas.

4) Execute um sniffer de rede como o Microsoft Network Monitor (http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=983b941d-06cb-4658-b7f6-3088333d062f&displaylang=en) e busque por pacotes “estranhos” que não se refiram a tráfego normal de rede. Geralmente a maior parte do tráfego está relacionado com tráfego HTTP, tráfego SMB (compartilhamentos de arquivos) e requisições de logon. Desconfie de  tráfego que fuja muito deste perfil.

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Windows 7: guia do produto

Windows 7

Foi disponibilizado gratuitamente o Windows 7 Product Guide. Este documento provê uma visão geral do novo sistema operacional, focando nas novidades em relação a Windows Vista e Windows XP, em especial. O guia é dividido em:

  • Windows 7 Simplifies Everyday Tasks;
  • Windows 7 Works the Way You Want;
  • Windows 7 Makes New Things Possible.

É uma leitura leve e que ajuda também quem pleiteia fazer alguma prova de certificação que cobre conteúdo Windows 7.

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Twitter na semana: 2009-10-25

  • não eeeera o dia de Rubens Barrichello… #
  • RT @flaviogomes69: Pílulas de sabedoria (21): vai faltar cachaça pro pai do Button hoje. #
  • lá vem choradeira no rádio do Button #
  • Você quis dizer "Inferno"? (Google sobre Palmas – TO) #
  • "Comunidade! Comunidade! Comunidade!", artigo sobre comunidades de tecnologia do Cesar Brod: http://bit.ly/3MIRCi #
  • Como a FX consegue fazer 20 minutos de um seriado se tornarem uma hora? Ah sim, propagandas repetidas dos programas deles mesmos. #
  • Caros amigos MSPs/MVPs/MCTs/Ineta/MSFT… Ninguém aí tem um voucherzinho de prova sobrando não? :) #
  • RT @robertomb: Caros amigos MSPs/MVPs/MCTs/Ineta/MSFT… Ninguém aí tem um voucherzinho de prova sobrando não? :) [2] #
  • Ah, que beleza… Nada de Exchange 2007 no Windows Server 2008 R2. #
  • rubinho e massa no 'bem, amigos'. Nice! #
  • @rodrigokono realmente organizar as tags é essencial. Uso o MP3 Tag, show de bola! http://www.mp3tag.de #
  • Preparando palestra e demonstrações do @javavsdotnet! Ja fez sua inscrição? #
  • RT @Sarabarbosa Palestra do @alvarorezende e @nkolarik serviu de exemplo na apresentação ontem na facu. #ECODevelopers ainda em alta!!!! #
  • Megan Fox em "Jennifer's Body"… Uou! Sexta no cinema. #
  • Corri da aula e ainda deu tempo de pegar o segundo tempo. Real vs Milan, jogão!!! Mila acaba de virar, 2×1 #
  • Quando fiz, foi no Gama…@mariettavbs Sério que só fazer o enade não era suficiente? Eles tinham que me mandar fazer prova no Riacho Fundo? #
  • E o Milan vira aos 87! Assistência do Seedorf e GOLAÇO do Pato! Milan 3×2 Real! #
  • RT @Sysinternals: New versions of Sysinternals Disk2vhd, ZoomIt, Coreinfo, and VMMap are now available – http://bit.ly/3GPrM6 #
  • meu notebook hibernou e não mais voltou ontem. deixei na assistência, esperando orçamento :( #
  • RT @flaviogomes69 Pobres repórteres que terão de entrevistar o Muricy hoje. #
  • @mariettavbs perder do santo andré vai empatar com quem? #
  • http://twitpic.com/mfe3g – @mariettavbs Olha a homenagem! =) #
  • @D_Veras Não, Acer. #
  • Quem quiser promocode, talk to me :) RT @javavsdotnet: Hoje é o último dia para se inscrever no evento @javavsdotnet com 50% de desconto #
  • Estou encabulado com o Web Platform Installer! MUITO facil instalar as melhores aplicacoes web open source. http://www.microsoft.com/web #
  • Demos de amanhã: Web Platform Installer, Gerenciamento Remoto Delegado e IIS + Powershell. Não percam! @javavsdotnet #
  • @mariettavbs aquele é antiiiiigo… hahaha #
  • @marcelo_paiva vem aí pro @javavsdotnet! reprensentar o @devgoias! #
  • Em casa no intervalo do @javavsdotnet. Feedbacks positivos da palestra. Tempo passou voando!Pessoal gostou do Powershell gerenciando IIS 7.5 #
  • @brunokenj fui tirar uma soneca dps do almoço, acordei agora. Isso q da virar noite testando demo… Bom evento ai! #
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